quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Mas faz, faz diferença...





Muitas vezes as pessoas não têm ideia do que elas significam pra gente.







"Do que é ruim eu me esqueço, agora eu quero mais. Da tristeza eu quero avesso, agora eu quero paz. Saiba que todo fim é um recomeço. Pra nossa vida quero amor, o resto desconheço..."

Aqueles ensinamentos da madrugada.




"(...) e não faça planos. Planos estragam qualquer coisa.
relacionamentos, amizades, tudo."

Triste é viver só de solidão



Voltei a sofrer de amor, logo, voltei a postar no blog.

Aquele amargo, angústia e típico desespero como se o mundo fosse acabar, e ele não fosse me notar.
Imensurável.
Lógico que não é correspondido, porque se fosse, não daria bola.

Tenho uma grande queda por ser idiota comigo mesma.
Tenho necessidade de rastejar nos pés de quem não merece. Aliás, ninguém merece.

Na realidade, eu não faço nada.
E muitas vezes, creio ser por isso que fico a ver navios.

Eu deveria parar de me analisar, deveria parar de crer em coisas que não merecem meu devido crédito, deveria viver numa boa sem me preocupar com coisas assim. Mas não consigo ficar sem um probleminha na cabeça...


Com isso, me afundo em mágoas, me desesperando ouvindo músicas fossas, chorando como se não houvesse o amanhã.

Porém, há quem diga que sofrer por amor é válido e - quem diria - até gostoso.
No momento eu só quero que seja correspondido.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Recado!

Dos desenganos aqui vou contar
De tudo que fiz que perdeu seu lugar
De tantas vezes que te desejei.
Pois bem, será que eu não tenho o direito de te maltratar?

Você me diz pra não te moldar
Mas é impossível ficar como está
Da liberdade que sucumbe as leis
Nem anjos e santos de pura bondade pra te perdoar

Não é de perdão que quero falar
É assunto demais pra te incomodar
Voltemos então de onde parei,
Em pouco tempo não terá a coragem de me encarar

E assim começo a contar
Os dias que faltam pra te ver chorar
Pura vingança. Me disseram, eu sei!
Enfim, me despeço, porque a dor e a saudade não vão te deixar

-Pélico-

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

A estrada é longa, e o caminho, solitário

'Táqueoscarai...

Filosofando nessa vida, cheguei à conclusão de que não sentimos vontade de escrever quando estamos felizes.
Afinal, quando estamos felizes, estamos ocupados demais sendo.
Logo, só me sobram momentos de lamúrias para esse blog.

Como todos os meus devaneios e lamúrias já são conhecidos, restrinjo-me a essa breve pontuação.
Sei que fico lamuriando de barriga cheia.
Mas isso não torna minhas lamúrias menos importantes.

Desculpa, mas minhas vozes já não são tão divertidas quanto antigamente.
Não prometerei grandes mudanças. Infelizmente, concluí que a tendência é só piorar. Cada vez ficar mais cética e desacreditada da vida.
Lógico que sabendo disso, é meu papel lutar contra. Mas não sei se no momento tenho saco e força pra mudar alguma coisa, além de mudar minha bunda da cama pra cadeira do pc, e vice versa.


Comodismo, ceticismo, tudo vira bosta, como diria Rita Lee.

Como dizia...

Como dizia o poeta: quem já passou por essa vida e não viveu, pode ser mais, mas sabe menos do que eu.
Porque a vida só se dá pra quem se deu, pra quem amou, pra quem chorou, pra quem sofreu.
Ah, quem nunca curtiu uma paixão nunca vai ter nada, não.
Não há mal pior do que a descrença.
Mesmo o amor que não compensa é melhor que a solidão
Abre os teus braços, meu irmão, deixa cair.
Pra que somar se a gente pode dividir.
Eu francamente já não quero nem saber de quem não vai porque tem medo de sofrer.
Ai de quem não rasga o coração, esse não vai ter perdão.
Quem nunca curtiu uma paixão, nunca vai ter nada, não.

-Vinicius de Morais.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

E que venha o novo, de novo!

Começo de ano, sol e brisa.
Aquela inquietação dominando os teus dias, a areia no chinelo se espalhando pela piso gelado da casa.

O sorriso no rosto não se disfarça.
a imensidão, o céu se fundindo com o mar verde.
A sensação de paz!

Férias, como é bom te ter por perto.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Happy new Year.

Quem teve a ideia de cortar o tempo em fatias,
a que se deu o nome de ano, foi um indivíduo genial.
Industrializou a esperança, fazendo-a funcionar
no limite da exaustão.
Doze meses dão para qualquer ser humano se cansar
e entregar os pontos.
Aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra vez,
com outro número e outra vontade de acreditar
que daqui pra diante vai ser diferente





- Carlos Drummond de Andrade -

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Timidamente, eu retorno.

Pois é, contra fatos não há argumentos.
Eu não consigo manter o Blog funcionando normalmente em época de aulas.

E não é por falta de tempo não, porque tempo é a única coisa que ainda me sobra com certa abonança.
É por falta de criatividade mesmo.
Minha banalidade tem andado muito notória, optei por calar-me.

Durante as férias, ou quando em muito me der um fôlego de criação, eu venho dar o ar da minha graça aqui!

Tenho algumas coisas novas pra contar. Outras nem tão novas assim, mas nem por isso, menos válidas.

No decorrer desse janeiro intenso, tornarei a falar e falar!



Esse post, em especial, vai como um 'Olá' Para o bom amigo Will, que pediu meu retorno.
Fiquei bastante feliz!
Não se preocupe, não sumo por muitas eras não!



"Deletemos os nossos delitos, e deleitemo-nos."

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Feito pra Mim.

‎"Entre os meus imensos defeitos e as minhas poucas qualidades, não conto a pontualidade, essa virtude dos reis e esse mau costume dos ingleses.

Entusiasta da liberdade, não posso admitir de modo algum que um homem se escravize ao seu relógio e regule as suas ações pelo movimento de uma pequena agulha de aço ou pelas oscilações de uma pêndula."

José de Alencar

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Loucura, só que ao contrário.

E quando você chega em uma altura da vida
que não sabe mais distinguir, definir, entender o que passa dentro desse lugar maluco chamado coração.

Acontece uma revolta ao seu redor, uma revolução em tudo.
mas aparentemente sua vida continua o mesmo marasmo entediante de todos os dias...
Nada de novo, nada que te motive a continuar, desânimo.

Sem a menor explicação, você persiste em continuar.
Acreditando sempre num sorriso lá na frente, naquela velha história 'vai mudar, vai ser melhor'.
e aquele dilema vive em você. Ambiguidade louca.






As palavras fogem da tentativa inútil de definição.