Que nada nos limite. Que nada nos defina. Que a liberdade seja a nossa própria substância. (Simone de Beauvoir)
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
terça-feira, 30 de agosto de 2011
Memórias de Minhas Putas Tristes
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
En todo el mundo, en el otro lado del alma.
E quando menos esperasse, a mentira seria a minha verdade.
domingo, 21 de agosto de 2011
Pruque?
"Pru que tu chora?
Pru que, hein?
Pru que teu peito saluca
e o coracao se debruca
nos abismos do sofre?
Tu pode me arresponde?
Pru que tu arma suzinha
e pela estrada caminha
sem alegria mais te?
Pru que teu zoio num ve
e o coracao nao escuita
no sacrificio da luta
esse convite a vive?
Eu te pregunto, pru que?
Pru que teus pes ja sangrando
continua caminhando
pela estrada do sofre?
Pru que tua boca soh fala das coisas triste da vida
que muitas vezes esquecida dentro do peito se cala
quando o amor, prefume exala?
Pru que tu mata a semente dessa alegria inocente
que no teu sono se embala?
Pru que que o teu coracao eh como um bau trancado
e dentro dele guardado
soh desespero e aflicao?
Pru que nao faz meu irmao
uma limpeza la dentro
varrendo com pensamento
os espinho da mardicao?
Pru que tu veve agarrado
nas asas desse caixao
que carrega a assombracao
desse defunto chamado passado? Hein?
Se tua ja veve cansado
enterra todo o tormento
na cova do esquecimento
pra nunca mais ser lembrado.
Depois disso, vem mais eu.
Vem ouvi pelas estrada
o canto da passarada
que em seu peito emudeceu.
Escuta a voz das cascata.
Chera o prefume das mata
Oia os campo. Tudo eh teu.
Aprende com os passarim que soh tem voz pra canta
Com o sor que nasce cedim e vem teu frio esquenta
oia as estrela,
o luar.
Mas antes de tu quere
isso tudo a recebe
aprende premero
a da."
Pompilio Diniz
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
Já que não me entendes, não me julgues, não me tentes
A tua insegurança era por mim.
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
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Bom dia Agosto
sábado, 30 de julho de 2011
Férias e seus Devaneios.
"Estava organizando meus papéis murchos, o tinteiro, a pena de ganso, quando o sol explodiu entre as amendoeiras do parque e o barco fluvial dos correios, atrasado uma semana por causa da seca, entrou bramando no canal do porto. Era, enfim a vida real, com meu coração a salvo, e condenado a morrer de bom amor na agonia feliz de qualquer dia depois dos meus cem anos.”
Memória de Minhas Putas Tristes – Gabriel Garcia Márquez
Tulipa Ruiz
“Às vezes quando eu vou ao centro da cidade
Evito, mas entro no mesmo bar
que você
Nem imagino o porquê, se eu nem queria beber
Reparo em sua roupa, na loira ao seu lado
No seu ar cansado que nem mesmo
me vê
Olhando pr’ocê, pedindo outro “fernet”
Será que não chega, já estou me repetindo
Eu vivo mentindo pra
mim
Outro sim, outra “trip”, outro tchauOutro caso banal, tão normal, tão chinfrim
Às vezes eu até pego uma estrada
E a cada belo horizonte eu diviso o seu
rostoA face oculta da lua soprando ainda sou sua“
Leve como uma pluma, Leve.
A vida mudou, pra melhor.
Novo semestre começando, nova fase na vida! Hora de mudanças em todos os sentidos! Chega de ser sempre a mesma, de resmungar ‘pelas’ mesmas coisas, de viver nesse ciclo vicioso. O Começo do ano já passou, a dor, o baque também.
Agora, novos tempos!
A mudança precisa vir de mim. Eu sou a mudança, eu a vivo no meu dia a dia. E é isso que quero.
Tudo que quero e preciso, depende estritamente de mim. E será assim daqui pra frente. A essência não muda, mas lapidaremos melhor essa forma.
Que venham os novos ventos! E que eles sejam bons!
Repetição.
...
A rotina do dia a dia tomou minhas palavras, e tem me feito uma pessoa blasè. A minha criatividade foi embora com a chuva que tem absorvido Curitiba nos últimos tempos.
Só isso explica minha ausência no blog.
Memória Fraca
Preciso lembrar que o amor próprio não bate na minha porta toda hora.
E uma vez que eu tenha conseguido adquirí-lo, é preciso usar constantemente. Independente de quem eu ache que sempre vai estar presente ou não.
Um tombo já é o suficiente. Chega de sofrer pelas mesmas coisas.
