Que nada nos limite. Que nada nos defina. Que a liberdade seja a nossa própria substância. (Simone de Beauvoir)
quarta-feira, 25 de abril de 2018
Declarações
sexta-feira, 20 de abril de 2018
Nao cri...
Quando você precisa ficar mentalizando pra si mesma que "não é pra criar expectativas", esqueça!
Você já tem milhares dela em curso...
sábado, 14 de abril de 2018
Da série: sofrimentos silenciosos
Eu sempre sofri mais por amizades do que por términos de namoros, brigas com familiares ou coisas desse gênero...
E nos últimos tempos, tem doído demais essa distância.
Me custa perceber que as coisas não são mais como já foram. E dói ver que as pessoas não fazem a mesma questão que faço delas.
Detesto me ver sozinha, sem ter com quem compartilhar as pequenas coisas do dia a dia.
Percebo que esse sentimento vai se tornando maior, mais denso.
Me sinto sozinha. Como se estivesse incomodando as pessoas quando vou convidá-las pra sair pela enésima vez, e recebo o enésimo não.
Mandar mensagens perguntando como estão e receber respostas vazias, sem emoções, muito menos empatia.
Não sei ao certo o que fazer. Como fazer. Mas percebo que estou assim...
Existem outras amizades. Claro que sim. Mas elas não são como aquelas.
Talvez seja esse meu problema. Ser apegada demais ao que era. E não perceber o que se tem.
segunda-feira, 26 de março de 2018
sábado, 3 de março de 2018
Veio a galope
Querer ser amiga da pessoa que quebrou seu coração
É tão seguro
Quanto saltar de paraquedas sem paraquedas.
=> Anotou?
Porque veio bem a calhar. Na hora certa. E você sabe o porquê.
quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018
É isso
Eu me detesto. E a culpa é sua.
Me detesto por não conseguir te esquecer.
Tento fugir de mim mesma, ignorar o que sinto, sobrepujar o que quero. Pra fingir estar bem.
Me relaciono com outros rapazes. Busco outros sorrisos. Me envolvo com outras realidades
Mas sempre é você que trago na memória.
Me detesto por não conseguir te apagar de mim.
sexta-feira, 5 de janeiro de 2018
Furacão
- sabe o que eu quero? Que você me deixe em paz.
- eu nem falo com você...
- mas é dentro de mim que você não silencia.
segunda-feira, 1 de janeiro de 2018
Seguindo em frente
2017
Que ano intenso, eufórico e Forte. Muito forte.
Não que exista algum ano fácil, inclusive, acredito que meu último ano relativamente fácil foi em 1998, ou 2001. Os demais foram todos superando as expectativas
Mas voltando ao agora.
Se eu pudesse definir esse ano, seria como resiliente. Fui capaz de transformar vários sentimentos dentro de mim em coisas melhores e maiores.
Eu costumo ser bem orgulhosa de mim nesse sentido, pq me esforço muito para ser sempre melhor, e dar meu melhor. E sinto que nesse ano, novamente, me superei.
Não fiz nenhum feito inédito. Mas sinto que foi um ano incrível para mim.
Fiz amizades, ganhei amores, me descobri em uma profissão, aprendi a me aceitar melhor, fiz terapia o ano todo, aprendi a dançar, tive desilusões que me tornaram mais forte, tive parcimônia pra não brigar por qualquer coisa, tive fé, viajei, fui extremamente feliz e busquei ver a felicidade o tempo todo.
Foi um ano bom. E sou grata por ele. Me sinto feliz por ter dado conta e ter superado cada vez mais essas barreiras. Me orgulho da mulher que me torno, das atitudes que decido ter, dos caminhos que sigo, das pessoas que escolho pra minha vida.
2018 será ainda mais forte e desafiador, e me sinto preparada para ele.
Que venha o novo.
sexta-feira, 22 de dezembro de 2017
Admirador
sexta-feira, 17 de novembro de 2017
Terminei Indo...
E posso visitar de vez em quando o chão
Do alto do parque, por cima das árvores eu vejo você
Antes do sol clarear eu desapareci
Por cima dos prédios, estrelas vermelhas não brilham no céu
Existo sempre que você pensar em nós
Não tenho tempo pra guardar recordações
Eu deixo um pouco pra me misturar
E não descanso pra você dormir
quinta-feira, 16 de novembro de 2017
quarta-feira, 18 de outubro de 2017
Blue.
Só no olhar, no fulgor, no tremer das pernas.
Vendo seu nariz reto, seu sorriso, e aquele teu jeito que tanto me encanta.
Acho que foi isso que você fez comigo: encantamento.
Não há explicação para o razoável, se não essa.
Eu desejava você, com todos os teus trejeitos.
E você ali, perdido na imensidão da cachoeira, fingindo ser blasé, alheio à minha pessoa.
Como se fosse natural estar no mesmo lugar, sem querer estar.
Eu não mais estava ali.
Meu coração palpitava, a respiração quase parava, de tão rápida que pulsava.
Senti-me nos saudosos 15 anos.
E você sabia que tinha controle de toda aquela situação.
Do alto do seu sadismo e todo o poder que eu tinha te dado sobre mim
Você ria.
E estava além da minha pessoa. Eu não existia para você.
Será que um dia existi?
Não sei mensurar em que ponto da minha vida perdi o domínio sobre mim. Ou em que determinado suspiro deixei você tomar conta do que era meu.
Só sei que me vejo sem chão quando você toca meu ar.
E passa o tempo, a mensagem sem resposta, já sendo uma resposta para minha mensagem...
E eu sigo na aflição, que hoje já dá lugar à tristeza.
Logo menos vai virar apenas história... e eu espero que não demore.
Desejo também que o desejo por ti seja cada vez menor, e dê espaço para o ranço que você merece.
Não quero a raiva. Quero o desprezo pela tua babaquice e toda falta de respeito que permiti comigo.
Você me tem, é verdade.
Mas aos poucos, vou me recuperando de ti.
segunda-feira, 16 de outubro de 2017
'Matei-a porque era minha'.
Como se fosse realmente parte de seu direito de propriedade o de aniquilar a mulher que a sorte (vida) lhe deu.
Nenhum macho ou supermacho que seja, nem o mais valente de todos, se anima em dizer que a verdade não é essa.
Nada a ver com 'matei-a porque era minha'. Na verdade, deveria confessar: 'matei-a por medo'.
Porque a violência do homem é o espelho do medo do homem de uma mulher sem medo.
Eduardo Galeano